Benito di Paula morre aos 84 anos em São Paulo; velório será nesta terça
Cantor e pianista morreu no domingo (18), após tratar um câncer por cerca de um ano. Despedida no Theatro Municipal será aberta ao público.
O cantor, compositor e pianista Benito di Paula morreu aos 84 anos na noite de domingo (18), no Hospital Nove de Julho, em São Paulo. Segundo a assessoria do artista, ele tratava um câncer havia cerca de um ano. A morte ocorreu por volta das 20h, de acordo com a equipe.
O velório está marcado para esta terça-feira (20), das 9h às 15h, no Theatro Municipal de São Paulo, no centro da capital. A cerimônia será aberta ao público. O sepultamento está previsto para as 17h, no Cemitério Morumby, com presença restrita à família.
Rodrigo Vellozo, filho do cantor, publicou uma foto dos dois juntos e uma mensagem de despedida nas redes sociais: “Te amo, papai! Obrigado!”. Rodrigo também é músico e dividiu projetos e apresentações com o pai.
Benito di Paula morre após um ano de tratamento
A assessoria confirmou a morte e informou que Benito enfrentava um câncer havia aproximadamente um ano. O artista estava no Hospital Nove de Julho, na capital paulista. A CNN Brasil informou que o filho Rodrigo o levou ao hospital após ele passar mal no fim da tarde de domingo.
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O comunicado da equipe destacou a carreira do músico e as canções que marcaram seu repertório. A informação sobre a causa da morte foi divulgada pela assessoria e reproduzida por veículos como Metrópoles e Estadão Conteúdo.
Despedida no Theatro Municipal
O velório será realizado no Theatro Municipal, na Praça Ramos de Azevedo, região central de São Paulo. A entrada estará aberta a fãs e amigos entre 9h e 15h. Depois, a família seguirá para o Cemitério Morumby, onde o enterro está previsto para as 17h, em cerimônia fechada.
A programação foi divulgada na segunda-feira (19), um dia após a morte do cantor.
Do piano aos sambas dos anos 1970
Benito di Paula nasceu Uday Vellozo em Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, em 28 de novembro de 1941. Começou a cantar ainda jovem e se tornou conhecido pela mistura de samba, piano e temas românticos. Seu trabalho ganhou projeção nacional na década de 1970.
“Retalhos de Cetim”, lançada em 1973, está entre as músicas mais conhecidas de sua carreira. O repertório também inclui “Charlie Brown”, “Mulher Brasileira” e “Do Jeito Que a Vida Quer”. A combinação do piano com o ritmo do samba se tornou uma marca de suas apresentações.
Rodrigo seguiu a carreira musical. Pai e filho se apresentaram juntos e gravaram um trabalho em parceria. A mensagem publicada por ele após a morte reuniu manifestações de pesar nas redes sociais.
Fontes
Metrópoles · Viva · CNN Brasil · Terra
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