49 bombeiros combatem incêndio em galpão de óleo mineral em Mauá (SP)
Fogo começou na tarde de sábado no bairro Capuava, mobilizou 15 viaturas e soltou fumaça preta vista de Santo André. Não há registro de vítimas.
O Corpo de Bombeiros de São Paulo mobilizou 49 homens e 15 viaturas para combater um incêndio em um galpão industrial na Rua Rosa Kasinski, no bairro Capuava, em Mauá, na Grande São Paulo, no sábado (31). Segundo a Polícia Militar, no local funcionava uma fábrica de óleo mineral, material que alimentou as chamas.
O chamado foi registrado pelos bombeiros às 16h52. As labaredas passaram do teto do galpão, e uma coluna densa de fumaça preta pôde ser vista a quilômetros de distância.
Até a última atualização, não havia registro de vítimas. A causa do fogo não foi divulgada.
Como foi o combate ao incêndio no galpão de Mauá
O atendimento começou com quatro viaturas. Com o avanço do fogo, a corporação ampliou o efetivo para 11 e, depois, para 15 veículos de emergência.
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Os 49 bombeiros trabalharam em três frentes de combate, com uso de espuma, recurso indicado para incêndios com líquidos inflamáveis como o óleo. Parte do esforço foi concentrada no isolamento da área, para impedir que as chamas chegassem a outras instalações da região industrial.
No início da noite de sábado, o combate continuava. Não havia confirmação de que o fogo estivesse totalmente controlado nem estimativa da extensão dos danos.
Fumaça vista de Santo André e alerta da PM
Capuava fica na divisa de Mauá com Santo André. Moradores dos bairros Vila Pires e Parque João Ramalho, do lado de Santo André e a mais de dois quilômetros do galpão, relataram ver as chamas e a fumaça.
A Polícia Militar foi acionada para dar apoio à operação. A corporação pediu que moradores e motoristas evitassem a Rua Rosa Kasinski e não permanecessem perto do incêndio, tanto para não se expor à fumaça quanto para não atrapalhar o trabalho das viaturas e das equipes de emergência. A área foi isolada.
O que vem agora
A causa do incêndio ainda é desconhecida. Ela deve ser investigada depois do fim do combate e do rescaldo, fase em que os bombeiros resfriam a estrutura e eliminam focos que ainda possam reacender.
Até a manhã deste domingo (1º), os bombeiros não haviam divulgado balanço final da ocorrência, com o horário em que o fogo foi controlado e a avaliação dos danos ao galpão.
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